As três guerras do nosso tempo: política, cultural e espiritual
- Rogério Mazzetto Franco
- 16 de set. de 2025
- 2 min de leitura
Atualizado: 17 de fev.
Vivemos um tempo marcado por uma guerra em múltiplas frentes política cultural e espiritual entrelaçadas no mesmo campo de batalha o destino das sociedades. Na esfera política há perseguições cancelamentos e tentativas sistemáticas de silenciar vozes que ousam sustentar o contraditório. O espaço público tornou se território de exclusão e intimidação.
Líderes como Álvaro Uribe na Colômbia e Jair Bolsonaro no Brasil tornaram se alvos preferenciais desse processo. Suas trajetórias simbolizam a recusa em se submeter à hegemonia de um pensamento único. A política passou a decidir quem pode existir no debate público e quem deve ser eliminado da arena simbólica e institucional.
No plano cultural a ofensiva é ainda mais agressiva. A agenda woke domina artes mídia e academia e impõe um moralismo autoritário travestido de virtude. O discurso da diversidade convive com a perseguição sistemática a qualquer visão divergente. Intelectuais e artistas usufruem de privilégios estatais enquanto atacam valores tradicionais e criminalizam o conservadorismo.
Casos recentes escancaram esse mecanismo. Peninha recebeu verbas públicas sem licitação. Suzana Herculano Houzel vive confortavelmente nos Estados Unidos leciona em universidade americana e utiliza sua visibilidade para atacar conservadores. Chegou a comparar opositores ideológicos a um câncer que deveria ser silenciado. A metáfora revela desprezo pela dignidade humana e mentalidade de eliminação do outro.
A batalha espiritual apresenta o grau mais profundo dessa ofensiva. O ataque à fé cristã aos seus símbolos e valores segue um método contínuo e deliberado. A morte de Charlie Kirk celebrada por setores que se autoproclamam democráticos expôs o ódio dirigido ao cristianismo e a quem o defende publicamente. O atentado atingiu um homem e atingiu também aquilo que ele representava a defesa da vida da família e da fé.
Essas dimensões política cultural e espiritual convergem na mesma lógica de destruição de tudo o que resiste e não se curva. Nesse cenário o alerta de Yuri Bezmenov permanece atual. Ele descreveu os idiotas úteis como agentes inconscientes da própria ruína seduzidos por promessas revolucionárias e descartáveis quando deixam de servir ao poder que ajudaram a erguer.
A guerra em curso é silenciosa e devastadora. Forças organizadas trabalham para corroer o tecido da civilização e dissolver seus fundamentos morais. A verdade permanece mesmo quando sufocada. O que está em jogo ultrapassa governos e ideologias. Está em jogo a alma do Ocidente.



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