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A Destruição Silenciosa do Ocidente e a Inevitabilidade da Guerra

  • Foto do escritor: Rogério Mazzetto Franco
    Rogério Mazzetto Franco
  • 6 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: há 5 dias

A corrosão interna promovida pela esquerda fragiliza Estados desarma sociedades e prepara o terreno geopolítico para um conflito global. A terceira guerra mundial surge como consequência lógica de uma civilização que abandonou a própria defesa e renunciou à sua continuidade histórica.


A decomposição do Ocidente nasce de dentro. A ideologia que se apresenta como defensora da humanidade atua como força de dissolução moral política e cultural. A esquerda moderna enfraquece instituições destrói a coesão social infantiliza cidadãos e paralisa a capacidade de reação das democracias. O discurso de justiça social resulta em falência civilizacional.


O método segue um padrão recorrente. Concentração de poder estatal sob o pretexto de corrigir desigualdades. Criação de dependência psicológica que substitui autonomia por tutela. Transformação das instituições públicas em estruturas pesadas incapazes de responder a crises reais. Empobrecimento econômico destruição de incentivos produtivos e desmoralização do mérito. O Estado permanece em pé apenas na aparência enquanto sua autoridade real se esvazia. A lei continua escrita mas perde força moral. A cultura nacional se dissolve em relativismo permanente. O resultado é uma sociedade sem referência sem memória e sem coragem.


Esse processo interno gera impacto geopolítico direto. Estados fragilizados perdem capacidade dissuasória tornam-se vulneráveis e passam a ser instrumentalizados por regimes autoritários. A esquerda demonstra tolerância sistemática com ditaduras teocracias violentas narco regimes e totalitarismos diversos. Esse comportamento segue lógica estratégica.


A neutralização do Ocidente exige o enfraquecimento de sua moral de sua identidade e de seu poder. A destruição interna substitui o ataque frontal.


A política migratória segue a mesma engrenagem. Abertura indiscriminada de fronteiras destrói a coesão cultural e fragmenta a identidade nacional. A formação de enclaves hostis corrói o tecido social e cria dependência política permanente. Um Estado incapaz de controlar fronteiras já cedeu sua soberania essencial.


O narco terrorismo prospera nesse vácuo. O abandono deliberado da ordem permite que o crime organizado assuma funções estatais e se legitime como poder paralelo. O discurso sociológico transforma violência em narrativa e impunidade em política pública. A autoridade se dissolve e aquilo que a substitui passa a governar.


A erosão interna produz efeito estratégico inevitável. Regimes autoritários observam a fraqueza ocidental como oportunidade concreta. A guerra não surge por necessidade externa mas pela ausência de força interna para evitá la. A paz exige instituições sólidas economia produtiva e sociedade coesa. A esquerda remove esses pilares e apresenta o processo como progresso moral.


A terceira guerra mundial nasce dessa renúncia. Não será fruto de impulso nuclear repentino. Será o desfecho de uma civilização que abandonou a própria defesa. O inimigo externo apenas ocupa o espaço deixado pela autonegação interna. A história confirma que civilizações caem quando perdem a vontade de existir.


A destruição do Ocidente avança por ideias. A guerra que virá será consequência direta dessa escolha.



 
 
 

1 comentário


Cristiane
08 de dez. de 2025
​É uma doutrinação tão potente que faz com que as pessoas ajam como se tivessem apenas o sistema límbico. ​E o pior, assumem uma postura comportamental e passam a viver sem raciocínio, apenas reproduzindo o que lhes cai bem aos ouvidos, ainda que firam seus princípios, que a essa altura já nem sabem mais se os têm e quais são. ​Piora ainda mais quando essa conduta é de alguém com poderes, ainda que temporários, e que faz da sua vontade soberana.

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