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A Lógica Assassina da Esquerda Global

  • Foto do escritor: Rogério Mazzetto Franco
    Rogério Mazzetto Franco
  • 11 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 17 de fev.

Vivemos uma era em que a violência política se consolidou como instrumento legítimo de ação para setores amplos da esquerda mundial. Os fatos recentes confirmam essa realidade de forma brutal. O discurso progressista opera como disfarce moral para um projeto que aceita o extermínio físico do adversário como meio de avanço político.


As vítimas estão expostas diante de todos. Jair Bolsonaro sobreviveu a uma facada em 2018. Donald Trump escapou por pouco de um atentado em 2024. O senador colombiano Miguel Uribe foi baleado em plena campanha em 2025. Charlie Kirk foi morto a tiros dentro de uma universidade em Utah. Iryna Zarutska, refugiada ucraniana que fugiu da guerra, foi assassinada a facadas nos Estados Unidos em um crime que a imprensa se recusa a nomear como racismo contra uma mulher branca.


A reação da grande mídia revela cumplicidade moral. Não há luto real nem condenação inequívoca. O método aplicado é a desumanização. As vítimas conservadoras recebem rótulos depreciativos que diluem a gravidade do crime e sugerem uma culpa implícita. A morte passa a parecer aceitável quando o alvo carrega o carimbo ideológico errado.


As universidades reforçam esse mesmo mecanismo. Transformaram-se em centros de uniformização ideológica onde o conservador é tratado como inimigo moral. O assassinato de Charlie Kirk dentro de um campus universitário expressa o resultado direto de um ambiente que cultiva ódio político como virtude cívica.


A origem dessa escalada está na própria tradição intelectual da esquerda. A violência ocupa lugar central desde Marx e atravessa Lenin Mao e Che Guevara. O derramamento de sangue sempre foi tratado como etapa necessária para a construção da utopia. A esquerda contemporânea preserva esse núcleo doutrinário. O opositor deixa de ser adversário e passa a ser obstáculo. Obstáculos são removidos.


Esse padrão explica a normalização da barbárie. Crimes brutais recebem enquadramento moral favorável quando o autor se alinha à narrativa progressista. Assassinato vira justiça simbólica. Ódio vira engajamento. Silêncio vira estratégia.


A verdade se impõe com dureza. A esquerda mundial representa uma ameaça concreta à vida de quem discorda. A imprensa que relativiza e a universidade que legitima assumem papel ativo nesse processo.


A neutralidade tornou-se uma farsa moral. Quando o assassinato entra no jogo político, escolher o silêncio significa aceitar o próximo corpo no chão.



 
 
 

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